quinta-feira, 5 de maio de 2011

Abatimento e amargura

Marcos acaba de esbravejar ao microfone. Disse que, se tivessem avisado que não iriam se esforçar durante a partida, ele nem entrava. Disse também que, mesmo se estivessem ele e o Deola sob as traves, hoje, tomariam pelo menos 3 gols. E o discurso inflamado não parou por aí. Falou que, para parecer um time de guerreiros, no jogo da volta, os jogadores correrão como loucos. Mas, não há como reverter o resultado catastrófico.
Muito triste ver o abatimento e amargura do nosso Santo. Não foi a primeira vez que ele agiu desta maneira. Tomara que não seja a última







No decorrer da tragédia (sim, porque isso não pode ser chamado de partida pelos palmeirenses), já começaram a especular a possibilidade de clima ruim e racho no elenco. Até ontem, era um time admirável que, com um jogador a menos, deu sufoco no Corinthians.
Como disse Miguel, mentor deste blog, “parabéns ao Coxa, que nos venceu dentro de campo, sem precisar do juiz”.
Não há muito mais o que dizer, num dia como hoje. Capítulo triste, de uma linda história.

Um comentário:

  1. Minha maior agonia nesta 'tragédia', foi ver o Santo, a cada gol. Qualquer palavra, qualquer ofensa e até qualquer xingamento que ele disser, não devem ser julgados. Ele foi colocado numa fria, não falhou e tem a moral que só ele tem para falar de nostro time. O Santo não merecia este castigo. Uma das maiores injustiças na história palestrina foi essa noite que fizemos o Marcos passar.

    Força, Santo! Avanti Palestra!

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