terça-feira, 3 de maio de 2011

Como explicar as dores e delícias de ser palmeirense para um não-palmeirense? Não acho que amamos mais nosso time. Até porque, isso seria subestimar a capacidade de amar, de todas as outras torcidas do mundo. Muita pretensão! Mas, as reações sentidas e observadas, pós-eliminação de domingo, é algo que só nós entendemos.
Aplaudir o time na hora da dor não é tarefa simples. Ainda mais depois de assistir aquele circo de horrores, da arbitragem. A revolta ficou em segundo plano e aqueles que estiveram no Pacaembu souberam, com maestria, apoiar nossos guerreiros.






Esse episódio me fez lembrar o desembarque da delegação alviverde, retornando do Japão, assim que perdemos o Mundial Interclubes. Lágrimas e aplausos. E uma faixa especialmente dedicada ao nosso Santo, com palavras do Rei: “se chorei ou se sorri o importante é que emoções eu vivi”.
Acho que essa frase é o que mais se aproxima de uma possível definição. Não importa o resultado final. Evidente que, ganhar sempre é bom. Mas, o Palmeiras está acima disso. Sendo campeão do mundo ou disputando a segunda divisão, o amor é incondicional. E sempre continuará sendo.
É hora de juntarmos nossos cacos e concentramos forças na Copa do Brasil. Quinta-feira a batalha será árdua. Mas, com nosso mestre – que mais uma vez provou que, taticamente é um gênio, dando sufoco mesmo com um jogador a menos – e com a possível volta de Marcos, quem sabe a invencibilidade do Coritiba termine. Ainda que Valdívia e Cicinho façam imensa falta. E no jogo de volta, estaremos lá... Quem se anima a nos acompanhar?


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